terça-feira, 9 de julho de 2013

Na Luta!!

Cara de quem comeu e não gostou!
Essa primeira semana de introdução aos alimentos tem sido um tanto desafiadora para nós. Arthur não está muito contente com essa mudança, ainda não sabe sugar a mamadeira com suco ou água, e a hora das refeições muitas vezes tem se tornado um choro só, mas tem gostado de sentar conosco à mesa, em sua nova cadeirinha.

Eu também estou bastante apreensiva e um tanto frustrada. Ele ainda não dorme a noite toda. Insisto que a primeira dormida seja no berço, afinal é o cantinho dele, mas depois da primeira acordada, muitas vezes fica difícil colocá-lo  novamente, e eu, que preciso dormir, acabo levando-o para nossa cama, o que sempre fui totalmente contra. Mesmo assim acorda outras vezes com fome. Agora essa batalha da comida....Acredito que o fato de voltar ao trabalho em menos de 20 dias tem me deixado muito ansiosa. Não é proposital, mas tenho um martelo batendo em minha cabeça, me lembrando que a data está se aproximando.

Em especial, esses últimos dois dias foram de bastante desgaste. Sinto que não tenho dado conta da demanda, cuidar de todos nós, de mim mesma, e ainda ingressar nessa nova etapa do meu filho. Sei que é passageiro e espero que em breve ele esteja comendo com prazer, afinal, um dos grandes males desse mundo é a obesidade e não a anorexia (rs). Não é fácil ver seu filho chorar por algo que você pode resolver, é só abrir o soutien e o chororô acaba! Mas aprendizagem muitas vezes dói. E quando dói a gente chora. Sei também que não sou a primeira nem a última mãe a passar por esse dilema, sei que minha condição não é das piores, mas por hoje, tá difícil pra mamãe aqui....

Na hora que a gente decide aumentar a família, não se dá conta de que aquele novo ser é uma nova vontade também dentro da unidade familiar. Para as coisas darem certo, cada um tem que fazer a sua parte. Não tem como ir além e fazer a parte do outro. Nessas horas, é que se percebe o quanto a gente precisa do próximo. Tenho o Elliot, um companheiro maravilhoso que está fazendo lindamente a parte dele como pai, pois com seu tempo livre, tem participado das refeições do Arthur, o que é recomendado quando o bebê é alimentado somente no peito. Nós fazemos nossa parte, mas o bebê precisa fazer a dele. Chegará o momento, mas hoje está resistente.

Meu filho é saudável, arteiro, risonho, curioso, mas hoje estou aqui em desabafo. Essa é uma das primeiras frustrações da maternidade. Acredito até que seja a mais tranquila, que conforme o filho cresça, cresçam também as frustrações. 


Na Luta!!

Cara de quem comeu e não gostou!
Essa primeira semana de introdução aos alimentos tem sido um tanto desafiadora para nós. Arthur não está muito contente com essa mudança, ainda não sabe sugar a mamadeira com suco ou água, e a hora das refeições muitas vezes tem se tornado um choro só, mas tem gostado de sentar conosco à mesa, em sua nova cadeirinha.

Eu também estou bastante apreensiva e um tanto frustrada. Ele ainda não dorme a noite toda. Insisto que a primeira dormida seja no berço, afinal é o cantinho dele, mas depois da primeira acordada, muitas vezes fica difícil colocá-lo  novamente, e eu, que preciso dormir, acabo levando-o para nossa cama, o que sempre fui totalmente contra. Mesmo assim acorda outras vezes com fome. Agora essa batalha da comida....Acredito que o fato de voltar ao trabalho em menos de 20 dias tem me deixado muito ansiosa. Não é proposital, mas tenho um martelo batendo em minha cabeça, me lembrando que a data está se aproximando.

Em especial, esses últimos dois dias foram de bastante desgaste. Sinto que não tenho dado conta da demanda, cuidar de todos nós, de mim mesma, e ainda ingressar nessa nova etapa do meu filho. Sei que é passageiro e espero que em breve ele esteja comendo com prazer, afinal, um dos grandes males desse mundo é a obesidade e não a anorexia (rs). Não é fácil ver seu filho chorar por algo que você pode resolver, é só abrir o soutien e o chororô acaba! Mas aprendizagem muitas vezes dói. E quando dói a gente chora. Sei também que não sou a primeira nem a última mãe a passar por esse dilema, sei que minha condição não é das piores, mas por hoje, tá difícil pra mamãe aqui....

Na hora que a gente decide aumentar a família, não se dá conta de que aquele novo ser é uma nova vontade também dentro da unidade familiar. Para as coisas darem certo, cada um tem que fazer a sua parte. Não tem como ir além e fazer a parte do outro. Nessas horas, é que se percebe o quanto a gente precisa do próximo. Tenho o Elliot, um companheiro maravilhoso que está fazendo lindamente a parte dele como pai, pois com seu tempo livre, tem participado das refeições do Arthur, o que é recomendado quando o bebê é alimentado somente no peito. Nós fazemos nossa parte, mas o bebê precisa fazer a dele. Chegará o momento, mas hoje está resistente.

Meu filho é saudável, arteiro, risonho, curioso, mas hoje estou aqui em desabafo. Essa é uma das primeiras frustrações da maternidade. Acredito até que seja a mais tranquila, que conforme o filho cresça, cresçam também as frustrações. 


 
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